Palestra 6- Seminário Colégio Militar

PALESTRA 6
DIA 25/Ago – Miniseminário Colégio Militar

Não tive como ver a palestra no dia 24/ago em Bento Ribeiro. Sábado é meu dia de trabalho junto a casa que me acolheu. Não poderia faltar.

Miniseminário “Saúde Integral”

Divaldo 6O seminário não ocorreu no auditório, como ocorre todos os anos. Ocorreu no ginásio de esportes, sem climatização e com sonorização deficiente. Isso prejudicou meu entendimento e fez com que minha companhia passasse mal, forçando-me a bater retirada no primeiro intervalo, após uma hora de palestra.

Divaldo inicia explicando que há doentes sem enfermidades e enfermos que não são doentes. Caso interessante nos conta o Dr. Bernie Siegel, médico:

Em 1983, o Sr. John Florio, jardineiro, deu entrada em meu consultório com dores abdominais. Era uma úlcera que, após uma biópsia revelou um câncer de estômago maligno. Na idade dele, era uma assinatura de óbito.

Determinei internação imediata para cirurgia.
-Você esqueceu de uma coisa! – disse-me ele. É primavera e preciso enfeitar os jardins. Preciso que espere duas semanas.
– Mas em duas semanas o senhor pode estar morto!
– Então terei morrido enfeitando o mundo. Mas, não tema! Você verá que farei a operação.

jardineiroDuas semanas depois, o prontuário do Sr. Florio estava sobre a mesa do médico.
Como ele tinha avisado, estava pronto para operar e não havia ocorrido qualquer progresso do câncer.

Estava bem calmo, muito tranquilo. Dizia que o mundo estava lindo.

E mostrou-se incrivelmente bem na noite seguinte após a cirurgia.

Após a cirurgia, os exames mostraram que o câncer já tinha alcançado alguns gânglios linfáticos, o que significava que ainda sobrara muito câncer com grande risco e determinava o uso de químio e radioterapia para o câncer residual.

-Você esqueceu de uma coisa! – disse-me ele. Ainda é primavera e preciso enfeitar os jardins. Preciso que espere mais um pouco.

Quatro anos depois, o prontuário do Sr. Florio estava sobre a mesa do médico.
– Como assim? Ele não morreu? – perguntou Dr. Siegel a enfermeira.
– Não, ele está na sala de espera.

Quando eu o encontrei, ele me disse:
– Tire-me uma dúvida: o que eu posso comer após uma cirurgia de estômago?
-Depois de 4 anos, pode comer qualquer coisa! Seu estômago é uma fornalha.

Quando Divaldo conheceu esta história o Sr. John Florio ainda estava vivo em Boston, cuidando das flores aos 92 anos.

O corpo é o “jumentinho” do espírito.

Francisco e leaoContam que, mesmo após as muitas doenças e ter ficado cego, Francisco de Assis levava uma vida de muita austeridade, não se permitindo qualquer luxo, o que o estava colocando em grande fraqueza orgânica.

Frei Leão, então, se aproxima de Francisco e diz:

– Irmão Francisco, preciso de um conselho seu para uma situação que está muito me incomodando. Como o irmão ajudaria a encaminhar um amigo que está maltratando cruelmente seu animal de estimação?

– Que animal é? – diz Francisco

– É um jumentinho, irmão. O dono o deixa com muito pouca comida, coloca cargas mais pesadas do que ele é capaz de carregar. E mesmo quando o jumentinho adoece, ele continua colocando cargas pesadas, dando pouca comida e quase não permite que ele descanse.

– Quanta crueldade! Traga-o aqui para que eu converse com ele, por favor! Eu o conheço?

– Conhece sim, irmão! -diz Frei Leão. Sois vós! É isso que o irmão tem feito com este “jumentinho” que é o vosso corpo.

– Meu doce jumentinho! – exclama Francisco. É verdade, tenho sido cruel contigo. Não farei mais.

Conta a história que Francisco passou a ser mais condescendente com seu corpo e, por isso, viveu um pouco mais de tempo.

Maltratamos nosso “jumentinho” com nossos excessos, com gorduras, com alcoólicos, com descargas de ódio, com nosso desamor para conosco e com a falta de sorrisos.

JovemDivaldo nos conta que houve uma fase na qual ele não se gostava. Olhava no espelho, queria ser um Apolo, um Deus Grego, e via alguém baixo, olhos pequenos e sem graça.
Era um problema de baixa autoestima.

Hoje, com 86 anos, olha para suas fotos da mocidade e vê o quanto era bonito, fofinho, simpático e não percebia.

Conta que, ao palestrar em Londres em 1967, ficou hospedado na casa do Embaixador do Brasil. Como toda família iria participar de uma solenidade, Divaldo se desesperou.

Eu? Com vários diplomatas? Em Londres? Sem falar inglês? Perdoe-me, não irei“.

Mas não tinha como recusar. A casa ficaria fechada durante a solenidade.
Divaldo foi alugar um fraque e sentiu-se como um pinguim. Nenhuma cartola entrava em sua cabecinha baiana, até que o atendente da loja descosturou uma cartola e serviu!

Na entrada da solenidade, um arauto anunciava cada convidado que iria ser recebido pelo anfitrião, dizendo o nome e a ocupação da pessoa. Perguntou então ao Divaldo:
– Seu nome, Sir?
– Divaldo Franco.
– Sir Divaldo é o que?
– Nada!
– Nada?
– Nada!

E o arauto fez o anuncio em alta voz:
– SIR DIVALDO FRANCO, NOTHING !! (Sr. Divaldo Franco, nada !!)

Todos pararam e olharam !
O anfitrião apertou a mão de Divaldo e perguntou: Nada mesmo? O que faz aqui então?

E Divaldo explicou que apenas estava hospedado na casa do Embaixador brasileiro.
– Ah, o senhor é o paranormal brasileiro! Que honra! Faço questão que fique aqui, ao lado da minha esposa, em lugar de honra.

E Divaldo teve que apertar a mão de todos os outros convidados que chegaram depois dele. Depois disso, não houve problema de baixa autoestima que resistisse.

MapaOs estudos do cérebro revelaram a imensidão de neurônios que dispomos.
Diz um psiquiatra amigo de Divaldo que os homens dispõe de mais neurônios que as mulheres para tentar entendê-las. E ainda assim não conseguem.

Aventa-se que estes grupos de neurônios extras sirvam para a mediunidade.
Todos nós precisamos viajar em nosso interior na busca de quem nós somos, trabalhando nossa autoestima, nossos tormentos e descontroles.

Não nos preocupemos com o que os outros dizem de nós.
Cada pessoa projeta nos outros o defeito que tem.

Divaldo já passou por inúmeras doenças e não se permite paralisar suas atividades por nenhuma delas: cardiopatia, câncer de próstata, morte clínica, infecções, muitas palestras que foram proferidas com febre. Não se deixou abater.
São 300 palestras por ano, em média.

A alegria de viver é remédio para nosso “jumentinho”.
Ela gera imunização na produção de imunoglobulinas.
Afirma Jung que as pessoas introvertidas adoecem mais.

E narra Dr. Siegel que um paciente de uma cidade do interior foi ao seu consultório tratar de uma metástase. Mas era tarde. A doença já estava incurável.

O doente, então, perguntou sobre um novo remédio, o Cresol (?), que estava sendo usado. com sucesso. Dr. Siegel explicou que era experimental e somente funcionava para as fases iniciais da doença.
Na fase que ele estava, o remédio iria apressar a morte.
– Em 10 mil, qual a minha chance? Zero. – disse o Doutor.
– E em 100 mil? Em 100 mil, sua chance é 1.
– Então dê-me o remédio. Eu sou este 1 dos 100 mil.

O Doutor aceitou aplicar e deu instruções para o plantonista da noite chamá-lo por telefone em casa, assim que o óbito desse sinais de início. O telefone não tocou.

Na manhã seguinte, o paciente estava muito bem e, dias depois, teve alta. Estava curado.
Uma semana depois, um grande escândalo nos jornais afirmava que o Cresol era apenas um placebo, que não tinha propriedade curativa nenhuma. E o paciente reaparece tendo o câncer retornado.

Diz-lhe o Dr. Siegel:
– Não se preocupe. Esse escândalo foi um problema de refrigeração no transporte de algumas unidades. Tenho aqui uma leva do Cresol que não teve este problema. Mas, não irei te aplicar porque podemos, uma vez mais, te levar a morte.
– Por favor, Doutor. Prefiro morrer tentando do que morrer pela doença.
– Ok. Prepare-se, então. – E o Dr. Siegel lhe aplica uma seringa com soro fisiológico.

A cura novamente ocorre e o paciente volta para casa bem.
Um novo escândalo nos jornais leva o Dr. Siegel a ligar para o paciente.
Mas, dessa vez, o paciente morre antes de chegar em seu consultório.

DormiuOutro caso é de uma criança que não conseguia dormir noite após noite e ninguém mais sabia o que fazer.
O médico se aproxima dela e diz:

– Eu tenho um remédio, mas é MUITO MUITO forte e você é muito pequeno.
– Não, Doutor. Eu o quero, por favor.
– Ok, mas não te darei nem metade, mas a metade da metade.

Partiu uma pílula de farinha em 4 partes, deu-lhe 1 quarto.
Meia hora depois, a criança dormia.

Ficou famosa a historia da Rainha da Inglaterra que, com tanta vontade de dar um herdeiro ao trono, teve uma gravidez psicológica. A barriga cresceu até o décimo mês, como se ali tivesse uma criança, e murchou de um dia para outro.

Como nos pede o Evangelho, busquemos nos conhecer, como remédio para fugir do pessimismo. Busquemos saber quem nós somos, nos perguntando:
– Como estou? Como está minha vida? Tenho raiva?

É normal sentirmos abalos perante novos desafios. Eles são mecanismos para nossa evolução. Sentimos raiva, sofremos, mas evoluímos.

Divaldo nos conta que levou um grande tombo de uma escada.
Imediatamente, Scheilla aparece e diz: Não se irrite. Só cai quem anda.

E Divaldo nos deixa 4 princípios de conduta para nosso bem-estar:

Divaldo no quadro1- Tenha sempre uma palavra irretocável. Que seja sempre positiva, alegre e verdadeira.

2- Não leve nada para o lado pessoal. Muitas pessoas comentam que parecia que a palestra era só para ele. E nunca é. Lembremos: as pessoas projetam em nós os defeitos e dificuldades que elas possuem.

3- Não tire conclusões. A gente vê um trejeito da pessoa que convivemos e concluímos que é uma crítica. Não! Vamos conversar e esclarecer, não concluir. As pessoas hoje já não conversam mais, só discutem. Precisamos conversar mais.

4- Sempre dê o melhor de si mesmo. Procure sempre fazer muito bem aquilo que lhe foi confiado. Muitos reclamam que ganham pouco para o que faz, mas precisamos aprender a viver dentro daquilo que recebemos. E isso nunca deverá ser motivo para não cumprir muito bem a missão que nos foi confiada, por mais simples que seja.

E Divaldo termina, com muito bom humor, nos contando como travou conhecimento com uma funcionária da Alfândega do Aeroporto de Atlanta, ajudou-a a recuperar sua autoestima e apresentou-lhe o Livro dos Espíritos.

Deus o abençoe sempre, Divaldo.

(Próxima palestra: foi ontem, dia 26/ago em Niterói)
Vou tentar resumir e publicar até quinta, pessoal.

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