Irmão Jacob

FRED (Frederico) FIGNER (Dez/1866 – 19/1/1947), que no livro “Voltei !”, psicografia de Chico Xavier, adotou o pseudônimo de “irmão Jacob”, foi diretor, vice-presidente da FEB e espírita atuante.

Prometeu escrever do além tão logo lá chegasse.
Quando encarnado, acreditava que a morte era uma mera libertação do espírito e que seguiria para as esferas de julgamento de onde voltaria a reencarnar, caso não se transferisse aos Mundos Felizes.

Mas, conforme seu depoimento no livro, o que aconteceu após o seu desencarne não foi bem assim.

Deixou-nos um alerta: “Não se acreditem quitados com a Lei, atendendo pequeninos deveres de solidariedade humana.”

Frederico Figner nasceu em dezembro de 1866 em Milewko, na então Checoslováquia. Ainda muito jovem e buscando ampliar seus horizontes migrou para os Estados Unidos, chegando ao país no momento em que Thomas Edison estava lançando um aparelho que registrava e reproduzia sons por intermédio de cilindros giratórios. Fascinado pela novidade, adquiriu um desses equipamentos e vários rolos de gravação, embarcando com sua preciosa carga em um navio rumo a Belém do Pará, onde chegou em 1891 sem conhecer uma única palavra do Português.

Naquela cidade começou a exibir a novidade para o público, que pagava para registrar e escutar a própria voz. O sucesso foi imediato e, de Belém, Fred se dirigiu para outras praças, sempre com o gravador a tiracolo. Passou por Manaus, Fortaleza, Natal, João Pessoa, Recife e Salvador antes de chegar ao Rio de Janeiro, no ano seguinte, já falando e entendendo um pouquinho do nosso idioma e com um razoável pé de meia. Na Cidade Maravilhosa Figner abriu sua primeira loja, a Casa Edison, em um sobrado da Rua Uruguaiana, onde importava e comercializava esses primeiros fonógrafos.

CASA EDISON

Por essa mesma época o cientista judeu Emile Berliner tinha acabado de lançar nos Estados Unidos um equipamento de gravação que utilizava discos revestidos com cera, com qualidade sonora superior ao do aparelho de Thomas Edison. Fred Figner percebeu de imediato o potencial da nova invenção e transferiu seu estabelecimento, de um sobrado da Rua Uruguaiana, para uma loja térrea na tradicional Rua do Ouvidor, onde abriu o primeiro estúdio de gravação e varejo de discos do Brasil, em 1900.

OS PRIMEIROS DISCOS

Os discos fabricados por Figner nessa fase inicial utilizavam cera de carnaúba, eram gravados em apenas uma das faces e tocados em vitrolas movidas a manivela. Apesar das limitações técnicas, essa iniciativa representou uma verdadeira revolução para a música popular brasileira, que engatinhava, pois até então os artistas só podiam se apresentar ao vivo (ou comercializar suas criações) por intermédio de partituras impressas. O primeiro disco brasileiro foi gravado na Casa Edison pelo cantor Manuel Pedro dos Santos, o Bahiano, em 1902. Era o lundu “Isto é Bom”, de autoria do seu conterrâneo Xisto da Bahia.

A partir daí mais e mais artistas começaram a gravar suas composições em discos que eram distribuídos pela Casa Edison do Rio e também pela filial que Figner havia aberto em São Paulo. A procura pelos discos cresceu tanto que em 1913 Fred decidiu instalar uma indústria fonográfica de grande porte na Av. 28 de Setembro, Vila Isabel, Rio de Janeiro, dando origem ao consagrado selo ODEON.

A MANSÃO FIGNER

Fred Figner era um homem à frente do seu tempo e para coroar o sucesso nos negócios decidiu erguer uma residência que espelhasse seu perfil empreendedor. A hoje conhecida “Mansão Figner”, situada na Rua Marquês de Abrantes 99, no Flamengo, abriga o Centro Cultural Arte-Sesc e o restaurante Bistrô do Senac. É considerada um exemplo arquitetônico raro de “casa burguêsa do início do século 20″. Fred Figner utilizou-a como hospital, em 1918, durante a pandemia conhecida como Gripe Espanhola. Embora ele próprio ter contraído a enfermidade, atuou como um prestativo auxiliar de enfermagem, transformando seu palacete em uma improvisada enfermaria de campanha que chegou a abrigar quatorze pacientes em seu interior.

RETIRO DOS ARTISTAS

Fred era um homem generoso e solidário. Pela própria natureza do trabalho nas suas duas gravadoras havia se tornado amigo de muitos músicos e cantores de sucesso. Em uma época que antecedeu à criação da Previdência, ficou consternado com a situação de penúria que alguns desses artistas enfrentaram ao chegar à velhice. Sensibilizado com esse verdadeiro drama social, não titubeou e decidiu doar o terreno, em Jacarepaguá, para a construção da modelar instituição Retiro dos Artistas, que funciona até os dias de hoje.

O FINAL

Em 19 de janeiro de 1947, faleceu, no Rio de Janeiro, aos 81 anos de idade. Ao se abrir seu testamento, nele constatou-se que Fred Figner havia destinado parte substancial dos seus bens às obras sociais de Chico Xavier.

O jornal carioca A Noite Ilustrada publicou editorial em que o judeu Frederico Figner foi honrado, post-mortem, com o merecido e justo título de “o mais brasileiro de todos os estrangeiros”.

Do site http://w.gasperi.blog.uol.com.br/arch2011-10-09_2011-10-15.html

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Além de seus feitos que estão já imortalizados, fiquemos com a lembrança do homem, conforme nos relata Viriato Correia (1.884 – 1.967), jornalista, teatrólogo, romancista e membro da Academia Brasileira de Letras:Aos 80 anos tinha as vibrações, os entusiasmos, as vivacidades das juventudes estouvadas. Quem o via pelas ruas, suado, chapéu atirado para a nuca, falando aqui, falando ali, numa pressa de moço de recados, pensava estar vendo um ganhador que, em cima da hora, corria para não perder a hora do negócio. No entanto, não era para ganhar que ele vivia a correr. Rico, muito rico, não precisava entregar-se a vassalagem do ganho. Corria para servir os outros, corria para ir ao encontro dos necessitados“.

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Frederico Fígner, introdutor do fonógrafo no Brasil, levou sua esposa desolada a Belém do Pará, na esperança de um reencontro com a menina Rachel, sua filha, que haviam perdido, o que quase os levara à loucura, a ele e à esposa.

Procuraram a médium Ana Prado, também mulher do campo, e numa sessão com ela a menina apareceu materializada, estimulando os pais a enfrentarem o caso com serenidade, pois ali estava viva, e falava e os beijava, e, sentava-se em seus colos, provando que não morrera.

Fígner, ao voltar para o Rio de Janeiro, dedicou-se dali por diante ao Espiritismo, com a chama da fé acesa em seu coração e no coração da esposa, mas agora uma fé inabalável, assentada na razão e nos fatos.

MEDIUNIDADE (Vida e Comunicação), de J. Herculano Pires

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VolteiObs. do autor do blog:

Quando li o livro “Voltei !“, fiquei ESTARRECIDO !!

É leitura obrigatória para todo cristão que deseja sinceramente acertar o caminho.

LEIAM !!!

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29 respostas para Irmão Jacob

  1. JORGE TEOTONIO disse:

    Excelente blog.

  2. Balthar Marques disse:

    Li o livro há tempos e lembro de um fato que o constrangia nos primeiros tempos de sua vida alem tumulo: a falta de luz propia e o que ouviu de obsessor: “como queres dar a outrem o que não tens?”. Não me lembro das palavras exatas que o Fred usou, mas tenho me servido delas muitas vezes, reconhecendo que, embora obscuros e pequenos; embora reconhecendo nossas imperfeições, se formos esperar atingir a con dição de espíritos de luz para começar a trabalhar a bem do, próximo, nunca começaríamos a fazê-lo. E como pagar então as nossas dívidas espirituais do passado? Conheço mais ou menos bem o Rio de Janeiro, e, aos 84 anos, se ainda tiver uma oportunidade, desejo visitar a mansão do Flamengo e o retiro dos artistas, manifestando gratidão e reconhecimento do que aprendi com o Fred, com a sua abnegação e devotamento.

    • inacioqueiroz disse:

      Oi Balthar,
      Muito legal sua reflexão.
      Considero hoje o livro do Fred um dos mais uteis que já li.
      Vejo o quanto o trabalho mecânico, que não nos renova como pessoas, é uma armadilha onde muitos fracassam.
      Nos iludimos achando que estamos fazendo nosso papel, mas não nos melhoramos.
      De fato, não serão os anjos que virão fazer o trabalho divino sobre a Terra. Seremos nós.
      Apenas tendo muito cuidado para não esquecer a necessária renovação interior.

      Obrigado pela atenção e carinho.
      Inacio

  3. Ricardo Hoineff disse:

    Bom dia! Muito legal o artigo e quero muito ler o livro.Vivo na República Tcheca e não tenho acesso. Existe versão na Internet?
    Agradecido
    Ricardo Hoineff

  4. Marcos disse:

    Muito legal não sabia.

  5. CARLOS ALBERTO PACHECO DIAS disse:

    Olá! Prezado irmão. Há muito tempo, desde quando residia em Belém, me encantou a leitura do VOLTEI. No livro Trabalho dos Mortos, editado pela FEB, consta alguma narração dos Figner quando chegara em Belém, vindo de navio do RJ. Interessante que ali, na casa dos prados, foi como Damasco pera esse exemplar irmão, constatando a materialização de sua filha, narrada nesse livro Trabalho dos Mortos. Felicito pela iniciativa de tornar exposto o VOLTEI como exemplo a profunda meditação sobre nossa vida neste planeta de provas e expiações. Que Jesus nos abençoe. .Abraço fraternal do Pacheco

    • inacioqueiroz disse:

      Oi Carlos Alberto.
      Compartilho desse seu entusiamo e carinho com essa obra VOLTEI!
      Considero ela como leitura OBRIGATÓRIA para todo aquele que já deu os primeiros passos na seara espírita, que já percebeu a importância do estudo e da caridade e que já dispõe de algum comprometimento com a caminhada evolutiva.
      A experiência narrada pelo Irmão Jacob é alerta profundo para quem ainda se encontra em atividades mecânicas com pouca reverberação interior.
      Obrigado pelos seus comentários.
      Todo mérito para Chico Xavier/Emmanuel e Fred Figner.
      Abração,
      Inacio

  6. Mônica Aparecida Salomé disse:

    Boa tarde, esse livro nos foi solicitado como livro de férias, falta palavra para descrever o quanto foi importante, o quanto sou agradecida pela oportunidade de ler o livro Voltei, quantas reflexões confesso que fiquei assustada e surpresa com as informações, muito rico em detalhes.
    Eu estava passando pela vida sem ver, em cada página comecei a analisar minha atuação perante a mim mesma, a vida e ao próximo. Me questionei várias vezes referente aos trabalhos do qual faço parte e novamente de qual está sendo minha postura o que tudo isso trouxe para mim…
    Ao fim da leitura com certeza minha postura mudou muito, já li ele outra vez e cada vez encontro informações que me passaram despercebida.
    Seus comentários Inácio muito claro me auxiliaram.
    Agradeço a Deus primeiramente, a Cleriana que nos sugeriu a leitura do livro, ao Inácio pelo comentários e a todos que são responsáveis e participam do site Estudando com Chico Xavier.

    • inacioqueiroz disse:

      Poxa, Mônica, fico muito grato com seu depoimento.
      Mas nossa gratidão maior será sempre para Chico Xavier, para Emmanuel e para os trabalhadores do mestre Jesus.
      Eles sim merecem nosso total carinho e apreço.

      Quando uma mensagem como a do amigo Figner realmente comove alguém, o espírito se sente enlevado, com a forte sensação de que alcançou seu objetivo quando se dedicou ao esforço. Nos dois passos seguintes tem o esforço da nossa renovação e o esforço do repasse da informação nessa longa fila evolutiva de irmãos em Cristo.

      Um abraço muito grande e muita gratidão pelo seu depoimento.
      Fiquei muito feliz.
      Inacio

      • Mônica Aparecida Salomé disse:

        Realmente Inacio, você tem toda razão somos imensamente gratos pelo Chico Xavier, Emmanuel e todos os trabalhadores do mestre Jesus.
        Muito bem lembrado….
        Agradeço

  7. Gisele Tavares disse:

    Querido Inacio, acabei de ler o livro Voltei e fiquei tão impressionada que comecei a pesquisa-lo na internet, chegando ao seu blog. Parabéns pelo mesmo!
    Apesar de ser espiritualizada há tempos e ter sido praticante em outra religião, sou nova no espiritismo, com apenas dois anos na doutrina eu costumo dizer que estou no jardim de infância.:)
    Mesmo nova, logo de cara me engajei no serviço da casa e me tornei “devoradora” de livros desde então. Esse livro foi um alerta pra mim! Muito pertinente todos seus comentários, mas um me emocionou, foi quando você respondeu: “Podemos ter trocado um ego mundano por um ego espírita, apenas travestido com novas palavras, argumentos e ambientes, mas sem modificação interior sincera.” Fantástico e alertador!
    Certamente, esse foi o melhor livro que já li no sentido de remexer lá dentro! Na minha opinião, uma leitura obrigatória para todos.
    Abraços, Gisele.

    • inacioqueiroz disse:

      Oi Gisele,

      Seu comentário muito me emociona porque eu penso DESSA MESMA FORMA!
      É um dos livros mais importantes que eu já li.

      Em palestra, o juiz espírita Haroldo Dutra Dias nos alerta do perigo do mecanicismo realizador dentro dos grupos espíritas.
      O adepto sincero deve obrigatoriamente fazer pausas entre as atividades em busca de reflexão.

      É um entendimento mais fundo do “Orai e Vigiai”.
      A gente sempre pensa nessa frase em termos de proteção.
      Mas essa sequência, ao ser aplicada no dia a dia, nos leva a sintonizar com consciências esclarecidas e a realizar autocríticas e autoexames profundos, percebendo desejos e sentimentos que nos movem e verificando o alinhamento deles aos ditames do Evangelho.
      Não deixa de ser proteção, mas protegendo nossa caminhada evolutiva contra nossas dificuldades.

      O fato é que nossa comunicação interior é muito ruim.
      Como nos diz S. Paulo: Todos dormem (e isso inclui a gente).
      Mas, como nos diz o psicólogo Carl Rogers, isso faz parte do nosso mergulho interior.

      Obrigado pelo seu carinho e um grande beijo.
      O mérito é, e sempre será, dos belíssimos orientadores espirituais que nos abençoam.
      E o melhor que podemos fazer pela doutrina espírita é simplesmente divulgá-la.
      Abração,
      Inacio

  8. Maria Rocelia Camurça disse:

    Obrigada por compartilhar Voltei. É maravilhoso!

  9. Adair Corredeira do Carmo disse:

    A historia de FIGNER E O LIVRO VOLTEI E UMA SÉRIA ADVERTENCIA A TODOS NÓS QUANTO
    A GRAVIDADE DO TEMPO QUE PERDEMOS NA OCIOSIDADE OU NA INDOLÊNCIA FRENTE AOS NOSSOS IRMÃOS QUE SOFREM.COLHEREMOS O QUE PLANTARMOS.PARABENS PELO
    BLOG TÃO INSTRUTIVO E DIVULGADOR DO BEM.

    • inacioqueiroz disse:

      Obrigado pelo estímulo, Adair.
      Na verdade, é obrigação de todos nós multiplicarmos os talentos que nos foram confiados, na proporção que já somos capazes de fazer.
      A leitura, o entendimento, a capacidade de compreender e discernir são talentos confiados.
      Precisamos todos criar caminhos para multiplica-los.

      Um detalhe que me assusta na história do Fred Figner é que ele era notadamente engajado na atividade da caridade.
      Entretanto, quem lê o livro VOLTEI!, percebe que engajamento não é sinônimo de renovação.
      Não basta trabalharmnos mecanicamente pelo bem. Precisamos que este se torne claridade para nosso interior.
      Abração e obrigado,
      Inacio

      • Rafael disse:

        Obrigado Inicio, acabei de ler o livro, mas acabei não entendendo, a questão da caridade maquinada, mas vendo os seus comentários eu acredito que pude captar melhor a ideia.
        Eu acredito que para voce convencer ou explicar algo de maneira satisfatoria nós deveriamos era convencer a nós mesmos o que levaria uma mudança das nossas praticas e conhecimentos.
        Se voce tiver como explicar um pouco mais sobre a caridade maquinada eu ficaria feliz.

      • inacioqueiroz disse:

        Oi Rafael,

        Considero este livro como um dos mais importantes que eu já li, fora os muitos estudos da própria Codificação, é claro.

        Como vc deve ter visto, Fred Figner praticamente dormia no centro espírita nas últimas décadas de vida.
        No entanto, isso não foi fator de renovação para o campo emocional e moral dele.

        Se buscássemos algum exemplo similar, eu diria que é igual às pessoas que lêem livros compulsivamente, mas não meditam naquilo que leram.
        O objetivo não é mais ruminar o que foi lido, mas acabar este livro para começar outro.
        A leitura, dessa forma, vira uma compulsão, um vício, mas não um fator de melhoria e evolução para a pessoa.

        A caridade não pode ser uma atividade compulsiva, sem avaliação, meditação, autocrítica ou percepção sincera da nossa atuação.
        Não é um mero cartão de ponto que precisa ser todo preenchido.

        Necessitados sempre existirão e não seremos nós que iremos zerar a necessidade deles.
        Iremos amenizar e dar-lhes fôlego para encontrar o caminho da própria manutenção.

        Mas, nesse processo, precisamos construir o nosso crescimento emocional e moral, observando onde falhamos, onde acertamos, revendo cada pequeno detalhe e perguntando o que poderia ser melhorado tanto no trabalho quanto em mim mesmo.

        Nesse ponto, nosso orgulho e vaidade irão lutar contra nossa boa intenção.
        A sinceridade perante nós mesmos será o campo de batalha.

        É o que nos solicita a questão 919 e 919-a do Livro dos Espíritos.

        Espero ter ajudado.
        Abração,
        Inacio

  10. Andrea Godoy disse:

    Lindo! Parabens!

    • inacioqueiroz disse:

      Obrigado, Andrea!
      Comentários assim estimulam a gente no esforço em divulgar os heróicos esforços de quem nos precedeu.
      Se hj a Doutrina está nas revistas, no cinema, debate livre nas rodas de amigos, devemos aos esforços destes tantos anônimos.
      Abração e obrigado,
      Inacio

  11. Dea disse:

    Lindo livro… APós ler tantos livros espíritas fiquei apaixonada pela vida dele e das revelações contidas… Agradeçamos ao bom Deus por isso… Por Frederico e pelas mãos abençoadas de Chico Xavier!

    • inacioqueiroz disse:

      O que é muito bacana é a percepção que a gente pode estar super envolvido com a caridade e com as atividades espíritas, mas não estar fazendo disso uma forma de renovação.
      Podemos ter trocado um ego mundano por um ego espírita, apenas travestido com novas palavras, argumentos e ambientes, mas sem modificação interior sincera.
      A mensagem desse livro me trouxe grande alerta e reflexões.
      Obrigado pelo comentário e abração.
      Inacio

  12. Haroldo Estabile disse:

    Não sabia da existência desse livro, mas guiado pelas mãos de DEUS, descobri essa preciosidade quando adentrei numa loja de usados. Este livro é um eco das vozes do Alto que nos dá coragem e inspira-nos à paciência e à submissão às leis eternas, confirmando a travessia de uma fronteira para uma outra existência.

    • inacioqueiroz disse:

      Concordo contigo, amigão.
      Considero “Voltei!” um dos livros mais importantes que já li.
      Nele, Fred Figner nos dá uma visão bem humana de como a gente pode “suar a camisa” na atividade que nos cabe, mas perder o ponto central que é a renovação interior.
      Se o trabalho da caridade não vem nos tornando mais humildes, pacientes e amorosos, algo precisa ser modificado.
      Abração e obrigado pelo comentário.
      Eles nos ajudam a prosseguir.
      Inacio

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