38-Falta e Sanatório

* Referência: Capítulos do Livro Justiça Divina – Chico Xavier/Emmanuel (FEB).
Objetivo: estudo de questões do livro O Céu e o Inferno (CI) de Allan Kardec.
Roteiro: Meditação – Leitura da Questão – Curiosidades.
(Meditação sobre o capítulo 38-Pessoalmente)
Reunião pública de 12-6-61
CI – 1a Parte – Cap. VII – Item 3 inciso 13.

38-Cardume1

Coletivo de abelhas – Enxame !!
Coletivo de peixes – Cardume !!
Coletivo de gatos – Gataria !!
Coletivo de borboletas – Panapaná !!
Coletivo de árvores – Bosque (ou arvoredo, quando constituem maciço) !!
Coletivo de pessoas – Chusma (ou multidão, quando reunidas em um lugar) !!

Coletivo de espíritos sofredores – Inferno ? Umbral ? Colônia ? Hospital ?

Nesse capítulo, Emmanuel nos convida a perceber que todo coletivo é formado por individualidades.

38-FabricaMáquinas fabricadas em série se parecem, mas cada uma terá vida e performance distintas.
Árvores da mesma espécie se parecem, mas são vidas distintas.

Alunos da mesma escola recebem a mesma aula do mesmo professor, mas cada um absorverá da sua forma e receberá nota distinta.

Doentes iguais recebem internações e medicamentos iguais, mas dispõe de fichas distintas segundo seus históricos.

Da unidade nasce o coletivo.
Juntamos máquinas e surge nova oficina.
Juntamos mudas e surge novo bosque.
Juntamos alunos e surge nova escola.
Juntamos doentes e surge novo hospital.

38-VirgilioRecorremos, porém a semelhantes imagens para destacar que o inferno, considerado por localidade inferior ou estância de suplício, depois da morte, começa de cada um e comunica-se, pessoalmente, de espírito desvairado a espírito desvairado.” – explica Emmanuel.

Penitenciária só existe porque há criminosos.

Assim como na Terra a Medicina providencia manicômios para socorrer a loucura em surto, a Divina Providência providencia regiões específicas no Espaço além-túmulo para limitar e tratar as calamidades mentais dos irmãos que faliram em suas experiências.

38-JesusDesse modo, que nenhum de nós se esqueça da lei de ação e reação.” – complementa Emmanuel.

Isso porque a falta, que depende de nós, chega antes,
e o sanatório que a corrige chega depois.

(Emmanuel)

==&==

Leitura da Questão: O Céu e o Inferno (CI)
Primeira Parte – Doutrina
CAPÍTULO VII – As Penas Futuras Segundo o Espiritismo

CÓDIGO PENAL DA VIDA FUTURA

O Espiritismo não vem, pois, com sua autoridade privada, formular um código de fantasia; a sua lei, no que respeita ao futuro da alma, deduzida das observações do fato, pode resumir-se nos seguintes pontos:

1º — A alma ou Espírito sofre na vida espiritual as consequências de todas as imperfeições que não conseguiu corrigir na vida corporal. O seu estado, feliz ou desgraçado, é inerente ao seu grau de pureza ou impureza.


Inciso 13º — A duração do castigo depende da melhoria do Espírito culpado.

Nenhuma condenação por tempo determinado lhe é prescrita. O que Deus exige por termo de sofrimentos é um melhoramento sério, efetivo, sincero, de volta ao bem.

Deste modo o Espírito é sempre o árbitro da própria sorte, podendo prolongar os sofrimentos pela pertinácia no mal, ou suavizá-los e anulá-los pela prática do bem.

Uma condenação por tempo predeterminado teria o duplo inconveniente de continuar o martírio do Espírito renegado, ou de libertá-lo do sofrimento quando ainda permanecesse no mal. Ora, Deus, que é justo, só pune o mal enquanto existe, e deixa de o punir quando não existe mais*; por outra, o mal moral, sendo por si mesmo causa de sofrimento, fará este durar enquanto subsistir aquele, ou diminuirá de intensidade à medida que ele decresça.

* Vede cap. VI, nº 25, citação de Ezequiel (livro O Céu e o Inferno).

*** Curiosidades ***

-“De perto, ninguém é normal!, diz o poeta. Apesar do coletivo se assemelhar, ainda sim é formado por indivíduos e cabe ao indivíduo permanecer naquele grupo ou não.
O interessante é que o grupo nos é muito importante e sequer percebemos quanto.

A roupa que vestimos, as palavras que escolhemos, nosso penteado, a cor do carro e do sapato, ter ou não tatuagem, raspar ou não a barba, usar ou não um brinco, tudo isso tem o peso do grupo por trás. Nossa identidade visual, nossas formas de comunicação verbal e postural, tudo isso nos identifica com um grupo e estranhamos quando não seguimos “nosso jeito de ser“.

-Eu não descobri qual seria o coletivo de espíritos sofredores. Aceito sugestões!
(Não valem nomes de times nem nacionalidades. rsrs)

-O mal é contagioso? Diz a sabedoria popular que a situação faz o ladrão. Quando estamos no meio de fofoqueiros, é fácil ser contaminado pela fofoca. Quando observamos imagens de depredação coletiva ou linchamentos, percebemos que muitos ali não teriam aquele comportamento se estivessem fora do grupo. Quando observamos tumultos perante alguma roleta ou catraca de ônibus ou barca, se uma pessoa pular a catraca, várias outras irão pular. E é comum ouvirmos alguém dizer que “fulano de tal roubou, mas todo mundo rouba“. Logo, podemos afirmar, sem medo de errar, que o desequilíbrio de uma pessoa contagia o grupo sim.

-De outra forma, a paz e a boa vontade sincera de uma pessoa também contagia positivamente o grupo onde se encontra.

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