09-Eu, Obsidiado ?

* Referência: Capítulos do Livro Seara dos Médiuns – Chico Xavier/Emmanuel (FEB).
Objetivo: estudo de questões do Livro dos Médiuns (LM) de Allan Kardec.
Roteiro: Meditação – Leitura da Questão – Curiosidades.
(Meditação sobre o capítulo 09 – No Campo Doutrinário)
Reunião Pública de 1-2-1960
Questão LM no. 25

 Vou confessar a vocês que sempre achei que só aconteceria com os outros. Afinal, eu sempre fui pelo bem, sempre só quis o bem.
(Sinto falta de minha mãe ! Snif !). 

 

Mas esse negócio de mediunidade mexe muito com a gente.
Começa mexendo com os amigos: tem sempre alguém te elogiando, sempre alguém te perguntando algo, sempre te convidando pra falar, sempre alguém verificando se você está vendo algo, sempre comentando sobre algo que você fez.

 

Isso é bom no começo. Nos deixa orgulhosos. Nos deixa mais seguros, mais confiantes. Acho que é nessa confiança que começam os desastres.

Primeiro, eu precisei de mais tempo: comecei colocando meu trabalho um pouco de lado e me dedicando mais ao centro.
Afinal, Jesus é o patrão do meu patrão e de todos os patrões !

 
Depois, pedi a compreensão da família.
Não tem como ir 5 vezes na semana no centro e ainda resolver os problemas de casa ! E os aborrecimentos em casa atrapalham nossa harmonia para o contato com os espíritos superiores.
O pessoal de casa vai se juntar e resolver, eu tenho certeza !
Meu dever é renovar a humanidade.

Finalmente, comecei a grande revelação. O espírito Tomé, o apóstolo, começou a psicofonar por mim. Eu sabia ! Sempre soube ! Disse que representava todos os apóstolos e que iria, através do meu trabalho, se redimir da vez que duvidou de Jesus. Só me pediu uma coisa: não duvidar ! Não vou duvidar, não vou cair no mesmo erro que ele !

Reduzi assim meu tempo no estudo para me dedicar mais a psicofonia. Tomé estava anunciando o que iria acontecer entre 2012 e 2050. Eu gravava tudo. Disse que a psicosfera da Terra ficará saturada de conhecimentos superiores, mas só aqueles que desenvolverem a técnica do ADATÀÀÀ poderão captar.
Treinava todo dia às 5h da manhã, sentado em lótus, com a mente em direção a constelação de Alcione.  Ele me ensinou tudo isso.

Vieram me perguntar se eu não queria fazer uma palestra.
Concordei na hora. Quando me deram o tema, recusei ! Queriam que eu falasse de Espiritismo básico, de coisa do século retrasado. Perda de tempo. Quem quiser, que vá a outro grupo e aprenda com quem sabe menos. Eu já não tinha mais tempo pra ficar nessa de be-a-bá.
O tempo urge !

O coordenador do centro veio me advertir que eu mudei. Já não falava mais nada que não fosse de Tomé, que os textos eram incompreensíveis, que nenhum outro livro citava as revelações feitas por Simão (o Zelote) e que eu estava me afastando do grupo.

Na verdade, ele não queria era publicar meu livro. Será que é inveja ? Coitado. Sabe do quê mais: larguei o grupo e me preparei para fundar a Casa de Tomé ! Cansei ! Tinha na mão a 4a. Revelação, tinha muitos adeptos e iria anunciar um novo tempo.

Tomé me abandonou ! Naquela manhã, levantei da cama, fiz a meditação em lótus e, quando estava vindo pro centro provisório, acho que adormeci e um ônibus bateu no meu carro. Não sobrevivi.
Só vejo agora entidades escuras, encapuzadas e sombras.

Não entendo! Onde estão os apóstolos ?
Por que todos riem tanto de mim ?
Não entendo. Sinto-me só. (Sinto falta de minha mãe ! Snif !)

***

Na visão de Emmanuel, não podemos evitar que nossos irmãos caiam em tais situações. O Espiritismo oferece plena liberdade de semear segundo nossa consciência.
Cabe-nos, sim, aprender com a experiência deles, principalmente na observação dos sinais do processo obsessivo.

Quando desertamos do nosso burilamento interior, facilmente nos tornamos vítimas dos nossos desajustes. Desajustes que só a nós cabe evitar.
Mas, meditando nas armadilhas do caminho, se hoje é nosso irmão quem sofre nas redes da ilusão, quantas vezes não terei sido eu mesmo o iludido, aquele que precisou da comiseração e carinho de quem percebia claramente todo meu engano ?

Se possível, vamos levar aos nossos irmãos no descaminho as palavras do Evangelho. Mas saibamos o momento de falar e o momento de silenciar, apenas trabalhando e orando, no esforço sincero de expandir nossos princípios, iluminando consciências e corações.

E caminhemos adiante, no esforço de tudo melhorar cada dia, com a certeza de que, segundo o Cristo, cada criatura, hoje e sempre, onde estiver, receberá, invariavelmente, de acordo com suas obras”. (Emmanuel)

==&==

Leitura da Questão: Livro dos Médiuns (LM)
Noções preliminares
CAPÍTULO III
DO MÉTODO
(Questão 25) 25. Não podemos omitir uma categoria a que chamaremos incrédulos por decepções. Abrange os que passaram de uma confiança exagerada à incredulidade, porque sofreram desenganos. Então, desanimados, tudo abandonaram, tudo rejeitaram. Estão no caso de um que negasse a boa-fé, por haver sido ludibriado. Ainda aí o que há é o resultado de incompleto estudo do Espiritismo e de falta de experiência. Aquele a quem os Espíritos mistificam, geralmente é mistificado por lhes perguntar o que eles não devem ou não podem dizer, ou porque não se acha bastante instruído sobre o assunto, para distinguir da impostura a verdade. Muitos, aos demais, só vêem no Espiritismo um novo meio de adivinhação e imaginam que os Espíritos existem para predizer a sorte de cada um. Ora, os Espíritos levianos e zombeteiros não perdem ocasião de se divertirem à custa dos que pensam desse modo. E assim que anunciarão maridos às moças; ao ambicioso, honras, heranças, tesouros ocultos, etc. Daí, muitas vezes, desagradáveis decepções, das quais, entretanto, o homem sério e prudente sempre sabe preservar-se.

*** Curiosidades ***

– Quando a questão é comunicação entre encarnados e desencarnados, nossa grande amiga é a dúvida.  “Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes provai os espíritos se procedem de Deus…” (1João 4.1). Nomes famosos atrapalham mais do que ajudam, pois o crédito deve ser dado ao conteúdo da mensagem e não ao nome assinado.

 
– Mesmo quando confiamos em uma certa inteligência, não significa que ela nunca irá falhar. Estamos todos evoluindo em nossas imperfeições. Lembremos que Emmanuel, ao se perceber em contradição com Kardec sobre a questão das “almas gêmeas”, afirmou: havendo divergência entre minhas idéias e Kardec, fiquem com Kardec.
Kardec, por sua vêz, já esteve em contradição com o avanço científico atual na questão da biogênese espontânea. Sensatamente, afirmou que a codificação não é um trabalho fechado e deverá avançar sempre que a Ciência assim a estimular.

  
– Os espíritos falam que há 3 níveis de obsessão: simples, fascinação e subjugação (ou possessão). Quase todos nós somos vítimas de idéias infelizes que nos assaltam, vindas não sabemos de onde, algumas dentro, outras fora de contexto daquele momento. Quando estas idéias se tornam muito recorrentes, sempre acompanhadas de sentimentos ruins, sejam inseguranças, sejam medos súbitos, na maioria sem ter qualquer motivo, estamos diante de uma obsessão simples. O tratamento: estudo do Evangelho e oração. Sempre participando de algum grupo. A força do grupo multiplica nossa proteção.

 
-Se uma obsessão simples evolui, nos convencendo que estamos obedecendo a voz da razão quando todos à nossa volta nos dizem ao contrário (seja esta voz encarnada ou desencarnada), passamos para o nível da fascinação. Este tipo de obsessão é muito comum nos grupos espiritualistas/espíritas que não prezam o estudo. Os fascinados não guardam consciência do processo e se revoltam contra aqueles que os advertem. Alguns sinais da fascinação são: comunicações com nomes famosos, textos confusos ou super complexos sem coerência (normalmente, precisam ser interpretados por alguém) e rituais absurdos. Um caso de fascinação famoso é o caso do Pastor Jim Jones na chamada “Tragédia das Guianas”.

 
Se um obsessor começa a ter controle orgânico do médium, impondo ações constrangedoras a qualquer hora ou lugar, passamos para uma subjugação (ou possessão). O subjugado tem consciência do processo, mas não consegue detê-lo. Encontramos situações de subjugação entre os chamados “doentes mentais” (observando que nem todo doente mental é um subjugado). Casos famosos constam no Novo Testamento. Porém, os casos mais curiosos e menos comuns, são aqueles onde o subjugado é cercado por efeitos físicos ou desenvolve grande afinidade com o subjugador. Ficou famoso o Caso Klingenberg (Alemanha, 1975), onde a estudante Anneliese Michel, após surto psiquiátrico, afirmava estar possuída por uma falange demoníaca e teve o exorcismo verificado e autorizado pela Igreja Católica. Veio a falecer em 1976, após contato com uma entidade que afirmava ser a Virgem Maria. O caso serviu de base para o filme “O Exorcismo de Emily Rose”.

 
 – No texto original, Emmanuel observa que os pequenos compromissos do lar e do trabalho, quando bem desempenhados, nos amparam emocionalmente e moralmente. 
Isto proporciona uma melhor vivência da mediunidade. Logo, quem não se esforça por desempenhar bem suas obrigações cotidianas, terá dificuldade no trato mediúnico.

 
– Para as verdades que, por sua natureza, não são passíveis de comprovação experimental (seja momentânea ou não, visto a evolução tecnológica), os espíritos superiores nos orientam a fazer uso do chamado “controle universal da verdade“. Quando algo anunciado é verdadeiro, deverá vir a ser anunciado em outra data e local, por outra fonte independente. Encontramos esta situação no caso da Teoria da Seleção Natural, que foi anunciada preliminarmente por Alfred Russel Wallace no período em que Charles Darwin ainda criava coragem para apresentar ao mundo sua pesquisa de mais de 10 anos. O mesmo ocorreu com o modelo de estrutura em hélice do DNA descrito por Watson e Crick e que já constava dos rascunhos do genial Linus Pauling.

 
– A questão 25 guarda um contexto histórico. Na época de Kardec, era comum o médium receber dinheiro pela apresentação de seus dotes mediúnicos, alguns vinham a fazer disso um meio de sobrevivência. Este ganho era potencializado pela nascente indústria da diversão, que usava de tudo: sarais, óperas, cameratas, malabaristas, prestidigitadores e, por fim, médiuns. Afinal, não havia nem televisão nem rádio. Como onde tem dinheiro, tem também aproveitadores, muitos simulavam fenômenos na ânsia do ganho fácil. Quando eram desvendados, maculavam a idoneidade de todos. Mas o desastre se tornava maior quando algum médium famoso, já testado e aprovado pela classe científica, percebia o esgotamento de sua mediunidade e começava a simular para permanecer ganhando. Aparentemente, tanto deu-se com a famosa Eusápia Paladino.

 
– Confesso que fiquei em dúvida se o correto é “obsidiado” ou “obsediado“. Fui pesquisar na internet e descobri que a dúvida não é só minha. O Google assinala 8.810 ocorrências para “obsidiados” e 1.930 para “obsediados”, sendo que no site www.espirito.org.br  encontramos os 2 termos. No Dicionário Michaelis UOL, consta o verbo “obsidiar”, de raiz latina, como “cercar, sitiar, espiar, atormentar”. E consta também “obsedar”, verbo de raiz francesa que significa “preocupar constantemente, importunar com assiduidade”. Qual é o correto ? Se alguém souber, me avise. Eu preferi o mais usado.

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18 respostas para 09-Eu, Obsidiado ?

  1. Telma disse:

    Gostei muito da sua reflexão sobre o estudo.
    Gostaria de receber suas atualizações de estudos. telmaso@hotmail.com e telma1620@gmail

    • inacioqueiroz disse:

      Oi Telma.
      Na coluna lateral direita do blog, abaixo do quadro “Top 10 Últimas 48h” tem um recurso para “SEGUIR” as publicações do blog.
      Fique a vontade para se inscrever lá.
      Eu confesso que não efetuo nenhum controle manual sobre essa parte.

      Mas agradeço imensamente seu interesse.
      Abração.

      • inacioqueiroz disse:

        Vou evitar exibir seus emails corrigidos para que eles não fiquem expostos publicamente, ok?
        Como disse, basta acessar o quadro “Quer SEGUIR nosso estudo via e-mail?”
        Grato

  2. Gostei muito da explanação foi clara,específica e de fácil compreensão.O difícil mesmo é o orar e vigiar pois vira e mexe lá vem aqueles pensamentos é meu ou estou sendo usado,penso é aí que está o perigo temos que saber distinguir os dois. E na dúvida nada melhor que uma prece pedindo
    auxílio e amparo.Sempre vai ter alguém para nos auxiliar.Disso eu tenho certeza.Bjs.Paz,amor e luz.

    • inacioqueiroz disse:

      É verdade, Eliza.
      O próprio Jesus nos recomendava sempre a postura de pedir, buscar e bater na porta.
      Quando pedimos, nosso interior se alinha em direção ao nosso desejo e passa a atrai-lo.
      Isso explica o porquê de Jesus, mesmo conhecendo cada pessoa em sua intimidade, perguntar sempre o que a pessoa queria dele.
      Podemos ver tal situação no Evangelho várias vezes, sempre antes de um milagre.

      Precisamos pedir, buscar e bater na porta de onde está nossa harmonia interior.
      Abração,
      Inacio

  3. Marta Valéria disse:

    Olá amigos !!!!!!! “Sodades !!!!!!!”. Continuo na Lãrause ………
    Que “temão”. O texto “fala” de casos tão familiares…. rsrsrsrsrs!!! As mensagens, a oratória…rsrsrs!
    Certa vez eu estava conversando com o Jovino sobre problemas “domésticos” e ele me falou assim: – “Uma vez eu tive um problema grave, foi quando eu fui obsidiado ……..”. Na mesma hora eu comecei a rir e falei pra ele : Você só foi obsidiado uma vez Jovino ? E aí ele se deu conta da coisa e começamos a rir juntos.
    Pois é, as vezes por sermos “sabedores” das leis espíritas, nos tornamos poderosos e iludidos não é não?
    Saber orar e saber vigiar a nossa conduta é um bom negócio. Refletir e buscar melhorar.
    Clô, a foto que eu mais gostei foi a da família Simpson. Todo mundo quer uma família de anjos não é não ? Evolução somente para os nossos vizinhos ..rsrsrsrs!
    Beijocas e viva o milésimo acesso !!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Marta

    • inacioqueiroz disse:

      Oi Martinha !!
      Que bom que a “lãrause” te mantêm conectada.
      Nesse final de semana, o meu obsessor predileto me facilitou uma gripe e eu nem pude pisar fora de casa.
      Fiquei lá, curtindo a febre no sábado e no domingo. Uma beleza. Tudo tão quentinho ! Todo mundo cheio de calor e eu cheio de frio !

      Acho que todo quadro de fascinação acaba se identificando com outros. Todos se parecem e acabam estabelecendo um padrão.
      Nessa idéia de refletir sobre nossa conduta, a Oração de Meio-dia faz um trabalho maravilhosos sobre nós.
      Tem me ajudado. Principalmente a estabelecer a diferença entre o que posso mudar agora e o que ainda é cedo para mudar.

      Eu gostei muito também da antipenúltima foto, onde a dona de casa, distraída, tá enfiando a batedeira no aquário.
      Acho que eu faria uma coisa assim… rsrsrsrs … ainda bem que não tenho aquário !
      Viva o milésimo !!!!
      Bjs :o)

  4. Claudie (Di) disse:

    Na verdade, tudo tem seu tempo… Até mesmo o tempo do amadurecimento para seguir cada idéia… Por isso, é que devemos respeitar todas as religiões. Cada uma alcança um determinado nível de pessoas. Até nisso Deus é misericordioso! Bjocas!

  5. Claudie (Di) disse:

    Obsedar [do francês obséder] – Ato ou efeito de produzir obsessão

    Obsesso [do latim obsessu] – Importunado, atormentado, perseguido. Sinônimo de Obsidiado. Ver também: Obsessão.

    Obsidiar [do latim obsidiare] – Ato ou efeito de importunar, incomodar, perturbar, molestar. Sinônimo de Obsedar. Ver: Obsessão.

    Ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/revista-espirita/vocabulario-espirita

    • inacioqueiroz disse:

      Pois é !
      Lá no vocabulário têm “obsedado”, “obsesso” e “obsidiado” como sinônimos para o paciente de uma obsessão.
      Mas não tem “obsediado”.
      Ou seja, acho que minha escolha foi boa.
      Adorei este vocabulário.
      Muitos beijos e obrigado …

  6. Claudie (Di) disse:

    Ah, adorei a figura do gatinho se olhando no espelho e vendo um leão. Nunca me vi como um gatinho, mas ultimamente estou precisando me sentir mais como um leão.
    Fiquei com vontade de ampliar a foto e colar no meu espelho…
    Bjocas mil!

  7. Claudie (Di) disse:

    Em primeiro lugar, achei o texto bom. Mas tb muito forte (tive a impressão de ter acabado de assistir ao filme “Os outros”)! Confesso que fiquei com uma sensação meio esquisita ao terminar de ler. Se a intenção era chocar, foi perfeito! Se foi chamar a atenção para os perigos escondidos por trás da mediunidade, tb alcançou seu objetivo.
    Mas levei um susto! Afinal, quando comecei a ler, achava que estava contando uma experiência pessoal, e me senti um pouco “traída”, pois estava acompanhando empáticamente um desabafo que não era o seu. Espero que este amigo já tenha sido amparado e tenha amenizado a falta da mãe… (parecia trecho do Céu e Inferno).

    Seja como for, o Espiritismo atrai cada vez mais pessoas, pois permite que cada um faça as próprias escolhas, erre, acerte, aprenda com cada uma. É para isso que estamos aqui. Se ao longo de nossa caminhada fazemos escolhas que nos levam a abismos, não é culpadesta religião ou daquela doutrina. Apenas é sinal de imaturidade espiritual, sinal de que temos que refazer nossos passos e escolhas, para crescer…
    Mas o alerta é válido! Afinal, as tentações, nosso próprio desiquilibrio, o orgulho, a vaidade, podem nos tornar OBSEDIADOS sem nem sentirmos…E o pior cego, é aquele que não quer ver…
    Bjocas em todos, e em vc, mon Bidu!

    • inacioqueiroz disse:

      Obrigado, Buguzinho linda flor dos Highlands da Escócia.
      Seus comentários me estimulam ao compromisso.
      Não sei bem o porquê do texto ter saído assim.
      O original também é forte.
      Mas acho que o impacto maior está no tema da morte ao final.
      Não lidamos bem com a morte, quanto mais partindo daqui no engano.
      Obrigado pelo seu carinho !!

    • inacioqueiroz disse:

      Oi Mozinho.
      A intenção não era chocar. Foi apenas contar uma estória, bem mais comum do que nós imaginamos.
      Acho interessante vc comentar sobre a liberdade no Espiritismo.
      Tem muita gente que sai do Espiritismo justamene porque é muito livre e a pessoa precisa de regras mais impositivas.
      Por isso que ouvimos falar de muitos casos onde a pessoa estudava o espiritismo e tornou-se evangélica.
      Ela não sabe se colocar freio, não consegue se impor uma disciplina de estudo e, às vezes, sofre com a mediunidade.
      Os evangélicos, usando de determinações rígidas no comando do pastor, faz pela pessoa o que ela não consegue fazer sozinha.
      Beijos …

    • Sara disse:

      Oi gente amei este texto mas cai de paraquedas procurando algo para mudar o comportamento do meu filho apos o evangelho sem perde lo das reuniões pois foi duro traze lo para o evangelho anos de evangelho para traze lo como posso participar do grupo e se posso sem mais agradeço

      • inacioqueiroz disse:

        Oi Sara,
        Que bom que você gostou. Seja sempre bem-vinda.
        Aqui não é propriamente um grupo de estudo.
        Criei esse blog na intenção de reproduzir estudos que julguei importantes e que ficavam sem visibilidade.
        Comecei com meditações sobre o livro “Seara dos Médiuns” e continuei com o “Justiça Divina”, ambos de Chico Xavier.
        Em conjunto, publico pequenos grupos de perguntas de Kardec e textos de periódicos que são de interesse da Doutrina.
        Tem grupos de estudo no EspiritBook e na Rede Amigo Espírita. Basta procurar no Google.

        Sobre seu filho, aproxime ele de algum grupo, seja de Mocidade, seja de estudo ou Evangelização.
        A gente só não permanece onde não encontramos nossa identidade, “nossa cara”, não nos reconhecemos no lugar.
        Se no todo ele não ficar em lugar algum, temos de nos auto examinar para avaliar até que ponto ele está preparado.
        Ou se já não é a hora dele de viver experiências e avaliar os conceitos evangélicos que aprendeu.

        Muitas vezes, querer que nossos filhos sigam o caminho que escolhemos é uma vaidade nossa e não uma necessidade imediata deles.
        Não que o Evangelho não seja importante para ele. É importante para todos nós.
        Mas nem todo mundo já está preparado para absorve-lo, para apreciar sua importância e sabedoria.

        E, se for assim com ele, forçar a situação seria uma violência por uma questão de vaidade nossa.
        A vaidade de achar que “eu sei o que é melhor para quem eu amo”.
        Claro, tudo isso depende da idade dele.
        A idade de “forçar” uma Evangelização, um encontro com Jesus, é na infância.

        Apenas uma reflexão, perdoe-me se me excedi.
        Abração,
        Inacio

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