18-Da Sombra para a Luz

* Referência: Capítulos do Livro Seara dos Médiuns – Chico Xavier/Emmanuel (FEB).
Objetivo: estudo de questões do Livro dos Médiuns (LM) de Allan Kardec.
Roteiro: Meditação – Leitura da Questão – Curiosidades.
(Meditação sobre o Capítulo 18-Obsessão e Jesus)
Reunião pública de 4-3-60.
Questão no. 237

Nesse mês de abril de 2011, o Brasil baixou sua face, envergonhado perante o terrível episódio na Escola Tasso de Oliveira, em Realengo, bairro do Rio de Janeiro.

Um jovem ex-aluno, alegando ser palestrante convidado para os eventos de aniversário da Escola, executou 12 crianças com tiros e feriu outras 12 , escolhendo preferencialmente meninas.

Entre seus pertences caseiros, contavam artigos religiosos, máximas de conduta, pureza e castidade, e  explicações de sua luta contra pessoas cruéis, covardes, que se aproveitam da bondade e inocência alheia.

Episódios de massacre e barbarismo associados a argumentos religiosos são ainda freqüentes, mesmo tanto tempo decorrido do fim da Idade Média.

Lembremos do Pastor Jim Jones e a tragédia das Guianas. Lembremos dos homens bomba islâmicos.

Qual sentimento religioso poderia levar alguém a assassinar crianças em nome do bem?

Nenhum sentido faz se não incluirmos nesta equação as psicopatias aliadas às obsessões, as visões distorcidas e doentias alimentadas pelos muitos agentes da sombra.

Neste capítulo, Emmanuel medita sobre a obsessão e sobre o errôneo conceito de que esta teria nascido no culto da mediunidade, à luz da Doutrina Espírita.

Mesmo sob as claridades do século 20, pessoas eminentes já afirmaram que a mediunidade é caminho para loucura, como também condenaram a psicoterapia junto aos desencarnados e afrontam aos médiuns com sarcasmos, pilhérias e malhações.

Não entendem que a Doutrina Espírita trabalha justamente como antídoto à obsessão, nas mesmas linhas de ações estabelecidas por Jesus em seu Evangelho.

Lembremos, por um instante, das sombras que Lhe margearam a caminhada:

A matança dos inocentes promovida por Herodes.
A degola de João Batista como prêmio de Herodes Antipas pelos favores de Salomé. (Macabro ardil de Herodias, mãe de Salomé e instrumento das sombras).
As tormentosas sugestões recebidas nos 40 dias de jejum no deserto.

Os discípulos descrevem fartamente os embates do Mestre contra os obsessores:

Os ferozes obsidiados gerasenos (ou gadarenos), expulsos para a vara de porcos.
O obsidiado na sinagoga de Cafarnaum, libertado por Jesus segundo a descrição de Marcos.

O jovem lunático da narrativa de Lucas que, junto de seu pai, na base do monte, aguardou a libertação da obsessão pela ação dos apóstolos e só a obteve perante a luz do Cristo.
Na Festa da Dedicação (João 10:22), israelitas ensandecidos erguem pedras contra o Cristo quando este afirma sua notória ligação com o alto.

Os companheiros de caminhada mostram-se vitimados por psicoses e obsessões:

As perversas entidades que abusaram de Maria de Magdala até sua renovação.
Das variações da fé de Pedro à alienação suicida de Judas.

Da paranóia de Caifás aos arroubos de medo de Pilatos.
Nas horas da crucificação, após a massa enceguecida julgá-lo mais criminoso que o conhecido malfeitor e obsesso Barrabás, encontramos Jesus crucificado entre ladrões, consciências facilmente classificadas entre os chamados “cleptomaníacos pertinazes”.

Jesus grava as páginas luminosas do Evangelho, por onde passa, clareando a sombra, liberando atormentados e reorientando irmãos enredados na ignorância do mal.

A vista disso, ante os escarnecedores de todos os tempos, eduquemos a mediunidade na Doutrina Espírita, porque só a Doutrina Espírita é luz bastante forte, em nome do Senhor, para clarear a razão, quando a mente se transvia, desgovernada, sob o fascínio das trevas”. (Emmanuel)

 ==&==

Leitura da Questão: Livro dos Médiuns (LM)
CAPÍTULO XXIII
DA OBSESSÃO

Questão 237. Entre os escolhos que apresenta a prática do Espiritismo, cumpre se coloque na primeira linha a obsessão, isto é, o domínio que alguns Espíritos logram adquirir sobre certas pessoas. Nunca é praticada senão pelos Espíritos inferiores, que procuram dominar. Os bons Espíritos nenhum constrangimento infligem. Aconselham, combatem a influência dos maus e, se não os ouvem, retiram-se. Os maus, ao contrário, se agarram àqueles de quem podem fazer suas presas. Se chegam a dominar algum, identificam-se com o Espírito deste e o conduzem como se fora verdadeira criança.

A obsessão apresenta caracteres diversos, que é preciso distinguir e que resultam do grau do constrangimento e da natureza dos efeitos que produz. A palavra obsessão é, de certo modo, um termo genérico, pelo qual se designa esta espécie de fenômeno, cujas principais variedades são a: obsessão simples,a fascinação e a subjugação.

*** Curiosidades ***

– Lembrando as palavras de Chico Xavier do quanto é terrível ser o algoz ao invés de ser a vítima, deixemos uma oração à Maria, advogada nossa, por Wellington Menezes de Oliveira e toda sua família, nesse imenso transe de dor e sofrimento que este irmão provocou em inúmeros lares, mães , pais, irmãos e em toda nação.
Que Maria receba com carinho todas as crianças que partiram daquela forma brutal e que o tempo venha curar logo estas tantas feridas dolorosas.

– No Código Penal Brasileiro de 1890, o Espiritismo constava como crime, ao lado do curandeirismo e charlatanismo, punido com multa e detenção de 1 a 6 meses. Apesar de ter sido modificado em 1949, continuava a ser um escândalo qualquer pessoa que se declarasse publicamente espírita.
Isto nos faz entender o porquê de certos doutores levantarem acusações infundadas contra a doutrina, como descrito no texto acima. Quando ninguém sabe o motivo para algo não prestar, alguém outro acaba inventando um motivo. 

-A partir dessas considerações, devemos ainda prestar nossas homenagens às pessoas públicas como Bezerra de Menezes que, em 1886, aos 55 anos, reuniu uma platéia de mais de 1500 pessoas e anunciou, no salão de conferências da Guarda Velha (RJ) sua conversão ao Espiritismo. ou Coelho Neto, que em 1923 anunciou publicamente sua conversão neste mesmo salão conferências.
Nossas palmas para os corajosos precursores brasileiros!

-Ouvi uma discussão onde a pessoa julgava absurdo ter Jesus passado os espíritos obsessores de Gadara para uma vara de porcos e os porcos terem se atirado num precipício. Se Jesus é todo amor, por que faria isso com os pobres porquinhos?
Aceito sugestões!

– Na descida do Tabor, ao afastar um obsessor que os apóstolos não debeleraram por toda noite, Jesus explica (Mateus 17:21): “Para esta classe de espíritos são necessários jejum e oração“. Nossos irmãos detentores de maior conhecimento esclarecem que, nessa frase, está toda a base do trabalho de desobsessão. Ela estabelece o conceito de “classe de espíritos”, determina a necessidade da oração e do jejum.
Vale dizer que se considera o jejum no sentido de “abstinência”. 
Jejum
principalmente para o espírito e não apenas para o corpo.

– Há quem argumente que, na era atual, era do Mentalismo, não há mais necessidade da desobsessão clássica, efetuada por meio de choque anímico. Alegam que há entre 20 a 30 bilhões de consciências no planeta e que é melhor investir no esclarecimento de todos do que em tratamentos individuais.
Eu, pessoalmente, discordo, porque considero ser idêntico a tratar uma região com desnutrição endêmica retirando todos os médicos e deixando só comida e nutricionistas. Aceito sugestões!

– Como entender Educação Mediúnica? Um músico, por exemplo, educa sua postura e sua mão para o instrumento. Precisa tocar cada nota pelo tempo certo de duração, terminar uma e tocar outra usando o compasso certo, se colocar no volume adequado visto o seu papel dentro da melodia.
Na mediunidade também: a idéia inadequada surgiu na mente? Desvio para a oração. Fui solicitado ao mal pelo assistido? Retorno ao bem. Uma palavra menor na psicofonia? Contenho. O trabalho mudou de forma inesperada e sem disciplina? Me acalmo e busco caminhos para que tudo ocorra da melhor forma possível, aguardando a hora certa para a correção. Toda hora temos oportunidades para o desequilíbrio. A educação mediúnica é sabermos escolher sempre a paz, o amor e a harmonia perante a mediunidade.
Para isso, haja estudo e treino.

8 respostas para 18-Da Sombra para a Luz

  1. Shirley disse:

    Esse foi o melhor dos textos e este tema me toca bem de perto. Sobre “QUE RECEBAMOS A ESTES PRIMEIRO EM NOSSO CORAÇÃO e, somente depois, encaminhemos aos seus destinos…’” tenho a dizer que venho aprendendo este nova postura lá no Ceu, com as amigas Marta, Rosa, Conceição e alguns mais na sessão do meio-dia. Amar verdadeiramente um irmão obsessor é árdua tarefa mas é um convite pq nada os tocará de verdade que não seja o amor. Por isso que nossa conversa de sábado, marta, em que falamos disso (abraçar os que nos perseguem em vez de querer expulsá-los…) me incomodou tanto. Talvez pq em minhas reminiscências algo fique de um tempo em que tb eu persegui tantos e um dia Maria me acolheu em seus braços de mãe. Sempre que tenho que fazer algum trabalho com espíritos embrutecidos peço a ajuda de quem segura a onda, mas tb peço a Maria. Pq ela soube amar até aqueles que matarem seu tesouro maior, seu filho Jesus. Se tem amor mais bonito que esse, eu não conheço mesmo. Somos médiuns sim, mas tb temos sido muito preconceituosos, julgadores e até justiceiros para com estes irmãos. Quem somos nós para julgar quem quer que seja? Leiam Libertação de André Luiz e vejam o que é abraçar as sombras a ponto que um dia possam se iluminar e tornarem-se tb luz…
    Sobre Bezerra de Menezes, ele não foi preso, já que tinha esta lei?
    Sobre a desobsessão clássica e a era do mentalismo, acredito que estamos em fase de transição planetária, então, como toda transição, ainda existe o velho e o novo. E se existe o velho, é preciso ainda métodos antigos. Para quem tem uma grande dor, não adianta água, o remédio é morfina mesmo. Então, todos ao trabalho pq somos pelo amor do Cristo, Senhor nosso e Irmão Maior. bjs

    • inacioqueiroz disse:

      Oi Shi,
      Este lance de receber o obsessor no coração, isto me pancou tbem.
      Não é fácil, mas parece realmente ser o caminho.
      Libertação é maravilhoso. Já li e preciso reler.
      Sobre Bezerra, ninguém podia acusá-lo de charlatanismo visto que era médico.
      Ele estava protegido neste e no outro mundo.
      Sobre usar o velho e o novo, concordo contigo.
      Respeitar as diversas abordagens é sabedoria.
      E ” para quem tem uma grande dor, não adianta água, o remédio é morfina mesmo”.
      Também creio nisso e acho que aí está o uso do choque anímico.
      Valeu….

  2. Sidinea Vaz disse:

    Meus queridos irmãos é lógico, que e sempre mto dificil analisar certar atitudes no que tange a nossa alma cheia de imperfeições a caminho de alguma descoberta, mas não nos esquesamos de lembrar, que os nosssos irmãos obsessores, são tambem nosssos irmãos a caminho da evolução, precisamos compreender e respeitar o grau de sua evolução, a cada dia devemos sim ter disciplina, disciplina, disciplina, para não obsediarmos a nos mesmos e ao nosso próximo, e uma tarefa ardua mas com grande sabor de vitória! Qdo nos deparamos com casos como a Escola Tarso de Oliveira, nos revolta e nossa alma chora diante de tamanha brutalidade, mas não esquesamos da lei do resgate. Somos espiritos em forma, seja de criança, ou de adulto e porque não falar em tantos outros seres em evolução. Aqui estamos apenas de passagem, devemos nos puliciar a cada dia para podermos errar o menos possivel. Acendemos a luz do saber do mestre, que não julgou mas que simplesmente AMOU!! Fiquem em Paz.

    • inacioqueiroz disse:

      Oi Nea!
      Obrigado por seu comentário. Muito legal.
      É verdade, se a gente descuida, viramos obsessores.
      Canso de ver comentários terríveis contra políticos, contra bandidos, e outros.
      Se amar nos torna uma pessoa melhor, o que estes comentários nos tornam?
      Creio que muitos obsessores começaram com a reclamação e depois foram “fazer” justiça.
      O mal só deve ser comentado, segundo André Luis, quando estamos estudando o certo e o errado e tirando bom proveito das situações tristes que outros provocaram.
      É verdade, aquelas almas que desencarnaram no colégio “estavam” crianças, mas não foram crianças eternamente. E se Deus é perfeitamente justo, elas vivenciaram um momento de colheita de algo que não nos é permitido entender.
      O espírito Camilo nos diz: Nesse mundo há injustiças, mas não há injustiçados.
      É uma injustiça grande entrar numa escola e assassinar crianças.
      Mas, se Deus é perfeitamente bom e justo, alguma ação delas na eternidade as convidou para esta grande limpeza.
      Que Deus abençoe todos os envolvidos e nos ilumine para que possamos partir deste mundo um pouco melhor do que somos.
      Beijão

  3. Marta Valéria disse:

    É…… a primeira vez que eu ouvi isso foi um “booommm” na minha alma. Parecia que tudo estava muito claro (pois eu entendia), mas que também estava tudo muito escuro (pois eu vi que eu não fazia tal coisa). Por isso eu mencionei acima que esta passagem, hoje pra mim, significa muito. É um norte! E como diz Chapolim Colorado : “Siga-me os bons”…rsrsrsrs!
    Depois de ouvir “tal coisa” encontrei a mesma passagem no livro do Divaldo que é de arrepiar. Segue as palavras de Jesus para Simão retirados do livro: ” Esta casta não pode sair com coisa alguma, a não ser com oração e jejum. Antes de tudo é necessário compreendamos que os espíritos imundos viveram antes, homens que foram, homens que continuam sendo. Enganados, como se deixaram conduzir no corpo, prosseguem enlouquecidos, fora dele. A morte não os transformou. Viajores do tempo, são o que fizeram. Ligados mentalmente às reminiscências das ações, demoram-se, sofrendo-as, irmanados aos que amaram e vinculados àqueles que os fizeram sofrer….Diante deles, nossos irmãos na sombra da ignorância, NENHUMA FORÇA POSSUI FORÇA SENÃO A FORÇA DO AMOR (linndooo). Não apenas expulsá-los daquele convívio a que se agregam parasitariamente, mas também SOCORRÊ-LOS ENLAÇANDO-OS COM AMOR ….Diante, pois, deles, possessos e possessores – só a oração do amor infatigável e o jejum das paixões conseguem mitigar a sede em que se entredevoram, ENTREGANDO-OS AOS TRABALHADORES DA OBRA DE NOSSO PAI, que em toda parte estão cooperando com o amor incessantemente…… Se amardes ao revés de detestardes, se desejardes socorrer e não apenas os expulsardes, tudo fareis, pois que tudo quanto eu faço, podeis fazer e muito mais se o quiserdes….”
    Eu realmente não tenho mais palavras, somente lágrimas de emoção. Abração e até.

    • inacioqueiroz disse:

      Depois dessa, bateu até vontade de comprar o livro.
      É o Primícias do Reino, este ?
      MA-RA-VI-LHO-SO!
      Ele faz uma abordagem nova.
      Na obediência sobre os espíritos para Jesus, entra o elemento amor.
      Já tinha ouvido dizer que o amor é a força que reune os elementos no reino orgânico e no inorgânico.
      Faz sentido que ele promova a ação de mover consciências obstinadas, apesar de ainda não entender bem o mecanismo.
      Tem coisas a aprender aí.
      Beijão…

  4. Marta Valéria disse:

    Vou fazer muitos comentários nesse estudo …rsrsrs! Mas vou começar um de cada vez ! 🙂
    Quero iniciar com Jesus na descida do Tabor (essa história mudou MUITO a minha forma de “ver, ouvir e falar” sobre a desobsessão). É claro que em nossa casa espírita estou sob uma coordenação e orientação de médiuns que estabelecem metodologias de trabalho e atendimento. Sigo e participo, mas procuro sempre me orientar pelos estudos e na minha consciência ética. E essa história de Jesus, me fez pensar no ESSENCIAL quanto a qualquer trabalho que realizemos em nome do Pai Maior. Ela virou pra mim um NORTE para seguir e, é pensando nela, que eu tento guiar os meus passos junto ao trabalho nos sábados de atendimento.
    Quando Jesus desce do tabor e encontra os discípulos em volta do obsidiado sem saberem mais o que fazer, ele dá dicas para a realização do trabalho. Dica nº1 : quando a gente faz jejum (abrir mão de algo), em nossa medicina significa estabelecer um controle benéfico ao que come para ajudar na limpeza do corpo físico. Então na palavra de Jesus, ele nos convida à depuração energética ( ao que “comemos” ou nos “irmanamos”), para que o “nosso mal” não entre em comunhão com o “mal do outro”. Dica nº2: ele pede para entrarmos em oração. Sempre que entramos em oração, a gente soma. Ninguém ora/reza sozinho, pois sempre temos alguém que soma conosco. Nisso, Jesus (O CARA) nos mostra que não devemos trabalhar sozinhos. A idéia de equipe é fabulosa! Dica nº3: ainda na oração, ele pede ao Pai Maior. Em sua humildade, Jesus sai do “centro” da ação e deixa para os agentes da verdade agirem, pois só Aquele que sabe mais (tem a noção mais ampla do todo) poderá agir em benefício à todos os lados atendidos.
    Bem diante disso, como já dizia Clô, me sinto numa “mísera insignificância”…rsrs, em relação à minha postura ainda MUITO arrogante de trabalhar, mas vou seguindo a dica do Mestre que me faz muito bem, graças a Deus!
    Vou continuar ….rsrs….depois dessas três dicas (do CARA), sugiro que leiam o livro Primícias do Reino – Divaldo Franco, onde essa história tem um final FANTÁSTICO !
    Após a limpeza do enfermo atordoado, um dos discípulos vai até Jesus e pergunta: “Mestre, por que você conseguiu fazer e nós não? Você não nos deu tantos poderes quantos os seus, é isso? Jesus responde que qualquer um pode fazer o que ele fez e, até melhor. Mas deve fazer EM NOME DO PAI. E que quando pedirmos por “determinada classe de espíritos”, QUE RECEBAMOS A ESTES PRIMEIRO EM NOSSO CORAÇÃO e, somente depois, encaminhemos aos seus destinos………….”
    É de chorarrrrrrrrrrrrrrrrrrr!
    Volto outra hora para mais bate papo. Bejão e até. Martoca

    • inacioqueiroz disse:

      Martinha, esta frase:
      ‘E que quando pedirmos por “determinada classe de espíritos”,
      QUE RECEBAMOS A ESTES PRIMEIRO EM NOSSO CORAÇÃO e, somente depois, encaminhemos aos seus destinos…’

      esta frase sozinha é MUITO forte.
      Eu nem vou responder agora porque vou precisar de tempo para digerir.
      Caraca!
      Valeu.

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