Código Penal da Vida Futura: 27o./32 pontos

CIO Céu e o Inferno (CI – 1865)

PARTE PRIMEIRA – DOUTRINA
As
Penas Futuras Segundo o Espiritismo

CÓDIGO PENAL DA VIDA FUTURA

O Espiritismo não vem, pois, com sua autoridade privada, formular um código de fantasia; a sua lei, no que respeita ao futuro da alma, deduzida das observações do fato, pode resumir-se nos seguintes pontos:

27º — O único meio de evitar ou atenuar as conseqüências futuras de uma falta, está no repará-la, desfazendo-a no presente. Quanto mais nos demorarmos na reparação de uma falta, tanto mais penosas e rigorosas serão, no futuro, as suas conseqüências.

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Amor a Si Mesmo

Equipe Momento Espírita – 15/11/2011

A síntese proposta por Jesus, em torno do amor, é das mais belas psicoterapias que se conhece: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.

Ante a impossibilidade de o homem amar a Deus em plenitude, já que tem dificuldade em conceber o absoluto, realiza o mister, invertendo a ordem do ensinamento, amando-se de início, a fim de desenvolver as aptidões que lhe dormem em latência.

Esforçando-se para adquirir valores iluminativos a cada momento, cresce na direção do amor ao próximo, decorrência natural do autoamor, já que o outro é extensão dele mesmo.

Então, finalmente conquista o amor a Deus, em uma transcendência incomparável, na qual o amor predomina em todas as emoções e é o responsável por todos os atos.

O Espírito Joanna de Ângelis, através da mediunidade de Divaldo Franco, apresenta a necessidade primeira de autoamor, como alavanca fundamental para a conquista de todas as esferas desse sentimento supremo.

Mas, de que forma amar a si mesmo?

O como a si mesmo, da proposta de Jesus, é um imperativo que não deve ser confundido com o egoísmo, ou o egocentrismo.

Amar a si mesmo significa respeito e direito à vida, à felicidade que o indivíduo tem e merece.

Trata-se de um amor preservador da paz, do culto aos hábitos sadios e dos cuidados morais, espirituais e intelectuais para consigo mesmo.

É sempre estar fazendo as melhores escolhas para si mesmo, vendo-se como Espírito imortal, sem nunca deixar de respeitar, obviamente, o bem comum.

Quando escolho amar mais minha família, dedicando-me inteiramente aos relacionamentos, cultivando a paciência e a tolerância, estou amando a mim mesmo.

Quando escolho perdoar e deixar de levar comigo o peso de uma mágoa, estou amando a mim mesmo.

Quando escolho aprender, buscando aprimoramento intelectual nas áreas do conhecimento de meu interesse, estou me autoamando.

Quando me aceito como sou e vejo em minhas imperfeições situações temporárias – uma vez que me esforço para corrigir meus erros – estou amando a mim mesmo.

Quando me dedico, diariamente, ao exame de consciência, à meditação, ao autoconhecimento, estou dando provas de amor a mim mesmo.

São exemplos de atitudes, de pensamentos e sentimentos que elevam nossa autoestima – que é este julgamento que fazemos de nós mesmos – e nos empurram sempre para frente, para a felicidade.

O autoamor proporciona uma visão mais clara de quem se é, do que se deseja e do que não se deseja para si.

É através dele que estabelecemos metas para nossa existência: metas educacionais, familiares, sociais, artísticas, econômicas e espirituais, pensando em nós não apenas agora, mas nos cuidados para com o futuro.

Somos todos importantes. Criaturas únicas no Universo que buscam a felicidade através do aprender a amar: a si, ao outro e a Deus.

Ame a você mesmo… Enquanto é hoje.

Redação do Momento Espírita,
com base no cap. 13, do livro
Amor, imbatível amor, de Joanna de Ângelis,
psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 15.11.2011.
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Sacrifícios: 1 Pergunta !!!

Livro dos Espíritos (LE) – PARTE TERCEIRA
Das Leis Morais

Capítulo II – DA LEI DE ADORAÇÃO

Sacrifícios

670. Dar-se-á que alguma vez possam ter sido agradáveis a Deus os sacrifícios humanos praticados com piedosa intenção?

Não, nunca.
Deus, porém, julga pela intenção.
Sendo ignorantes os homens, natural era que supusessem praticar ato louvável imolando seus semelhantes. Nesses casos, Deus atentava unicamente na idéia que presidia ao ato e não neste. À proporção que se foram melhorando, os homens tiveram que reconhecer o erro em que laboravam e que reprovar tais sacrifícios, com que não podiam conformar-se as idéias de Espíritos esclarecidos. Digo — esclarecidos, porque os Espíritos tinham então a envolvê-los o véu material; mas, por meio do livre-arbítrio, possível lhes era vislumbrar suas origens e fim, e muitos, por intuição, já compreendiam o mal que praticavam, se bem que nem por isso deixassem de praticá-lo, para satisfazer às suas paixões.”

 

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Françoise Vernhes – Expiações Terrestres (O Céu e o Inferno)

Esta era cega de nascimento e filha de um rendeiro das cercanias de Tolosa.
Faleceu em 1855, aos 45 anos.
Ocupava-se constantemente com o ensino do catecismo aos meninos, preparando-os para a primeira comunhão.Mudado o catecismo, nenhuma dificuldade lhe sobreveio em ensinar o novo, por conhecê-los ambos de cor.

De regresso de longa excursão em tarde invernosa, na companhia de uma tia, era-lhe preciso atravessar sombria floresta por caminhos lamacentos. Fazia-se mister a maior precaução para que as duas mulheres se não despenhassem nos fossos.
Nesta contingência, querendo a tia dar-lhe a mão, ela disse:
Não vos incomodeis comigo, não corro risco algum, visto como tenho aos ombros uma luz que me guia. Segui-me, pois, que serei eu a conduzir-vos.
Assim terminaram a jornada sem acidente, conduzindo a cega a tia que tinha bons olhos.

Evocação em Paris, em maio de 1865:

— P. Quereis dizer-nos que luz seria essa a guiar-vos naquela noite trevosa e só vista por vós? — R. Quê! Pois as pessoas como vós, em contínuas relações com os Espíritos, têm necessidade de explicação sobre tal fato? Era o meu anjo-de-guarda quem me guiava.

— P. Essa era também a nossa opinião, mas desejáva-mos vê-la confirmada. Mas sabíeis naquela ocasião que era o vosso anjo-de-guarda quem vos conduzia?
— R. Confesso que não, posto acreditasse numa intervenção do céu. Eu orara por tanto tempo para que o Pai celestial se apiedasse de mim… É tão cruel a cegueira… Sim, ela é bem cruel, mas também reconheço ser justa.

“Aqueles que pecam pelos olhos, por eles devem ser punidos; e assim deve suceder quanto a todas as outras faculdades do homem, que o levam ao abuso. Não procureis, portanto, nos inúmeros sofrimentos humanos, outra causa que lhes não seja a própria e natural, a expiação.

“Esta, contudo, só é meritória quando suportada com humildade, podendo ser suavizada por meio da prece, pela atração de influências espirituais que, protegendo os réus da penitenciária humana, lhes infundam esperança e conforto.

— P. Dedicada ao ensino das crianças pobres, tivestes dificuldade em adquirir os conhecimentos do catecismo, quando o mudaram?
— R. Ordinariamente, os cegos têm outros sentidos duplos, se assim se pode dizer. A observação não é uma das menores faculdades da sua natureza.

“A memória lhes é qual armário onde se colocam coordenados, e para sempre, os ensinos referentes às suas aptidões e tendências. E porque nada do exterior pode perturbar esta faculdade, o seu desenvolvimento pode ser notável, pela educação. Quanto a mim, agradeço a Deus o haver-me concedido que tal faculdade me permitisse preencher a missão que levava, junto dessas crianças, e que constituía também uma reparação do mau exemplo que lhes dera em anterior existência. Tudo é assunto sério para os espíritas; basta, para afirmá-lo, olhar ao derredor deles. Os meus ensinos lhes seriam porventura mais úteis do que se se deixassem levar pelas sutilezas filosóficas de certos Espíritos, que se divertem com lisonjear-lhes o orgulho em frases tão bombásticas quão vazias de sentido.

— P. Pela vossa conduta terrena, tivemos uma prova do vosso adiantamento morai, e agora, pela vossa linguagem, temos a de que esse adiantamento também é intelectual.
— R. Muito me resta por adquirir; há, porém, muita gente que na Terra passa por ignorante, só porque tem a inteligência embotada pela expiação. Com a morte se rasga o véu, e freqüentemente os ignorantes são mais instruídos do que os desdenhosos da sua ignorância. Crede que o orgulho é a pedra de toque para o conhecimento dos homens.

“Todos os que possuírem coração acessível à lisonja, demasiado confiante na sua ciência, estão no mau caminho; em geral são hipócritas e, portanto, desconfiai deles.

“Sede humildes qual o foi o Cristo e, como ele, com amor carregai a vossa cruz, a fim de subirdes ao reino dos céus.

Françoise Vernhes.”

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O Que É Vaidade?

O que é Vaidade:

Vaidade é o cuidado exagerado da aparência, pelo prazer ou com o objetivo de atrair a admiração ou elogios de terceiros. É a necessidade de vangloriar-se, de ostentar, de se exibir.

Ter vaidade é ter como princípio a ostentação, a exibição exagerada da sua riqueza, de suas qualidades e capacidades físicas ou intelectuais.

Vaidade é uma característica de que tem orgulho, de quem tem um conceito exagerado de suas qualidades, que é soberbo, arrogante, que se acha grandioso. É uma característica daquele indivíduo que tem a vaidade acima de qualquer coisa.

Vaidade é um substantivo feminino que caracteriza aquilo que é vão, ou seja, aquilo que é frívolo, fútil, tolo, que não possui conteúdo, e se baseia em aparência falsa, mentirosa.

A expressão ubersexual faz referência a um comportamento vaidoso, moderno, sofisticado, com muito estilo. O ubersexual é aquele indivíduo que cuida da sua aparência e gosta se se destacar, aparecer.

O significado de Vaidade está na categoria: Geral

FONTE: https://www.significados.com.br/vaidade/

– o0o –

Nota do autor: encontrar a diferença entre “vaidade” e “autoamor” faz parte da sabedoria.
Sempre que meu esforço em me sentir melhor, mais bonito ou mais apresentável significar um mau trato (a alguém ou a mim mesmo), eu terei saído do autoamor e terei entrado na vibração da vaidade.

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A Prece: 4 Perguntas !!

Livro dos Espíritos (LE) – PARTE TERCEIRA
Das Leis Morais

Capítulo II – DA LEI DE ADORAÇÃO

A Prece

658. Agrada a Deus a prece?

A prece é sempre agradável a Deus, quando ditada pelo coração, pois, para Ele, a intenção é tudo. Assim, preferível Lhe é a prece do íntimo à prece lida, por muito bela que seja, se for lida mais com os lábios do que com o coração. Agrada-Lhe a prece, quando dita com fé, com fervor e sinceridade. Mas, não creias que O toque a do homem fútil, orgulhoso e egoísta, a menos que signifique, de sua parte, um ato de sincero arrependimento e de verdadeira humildade.”

659. Qual o caráter geral da prece?

A prece é um ato de adoração. Orar a Deus é pensar Nele; é aproximar-se Dele; é pôr-se em comunicação com Ele. A três coisas podemos propor-nos por meio da prece:
louvar, pedir, agradecer.

660. A prece torna melhor o homem?

Sim, porquanto aquele que ora com fervor e confiança se faz mais forte contra as tentações do mal e Deus lhe envia bons Espíritos para assisti-lo. É este um socorro que jamais se lhe recusa, quando pedido com sinceridade.

   a) – Como é que certas pessoas, que oram muito, são, não obstante, de mau caráter, ciosas, invejosas, impertinentes, carentes de benevolência e de indulgência e até, algumas vezes, viciosas?

“O essencial não é orar muito, mas orar bem. Essas pessoas supõem que todo o mérito está na longura da prece e fecham os olhos para os seus próprios defeitos. Fazem da prece uma ocupação, um emprego do tempo, nunca, porém, um estudo de si mesmas. A ineficácia, em tais casos, não é do remédio, sim da maneira por que o aplicam.”

 

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10/Out – Dia Mundial da Saúde Mental

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