Necessidade do Trabalho – 3 perguntas!!

Livro dos Espíritos (LE) – PARTE TERCEIRA
Das Leis Morais

Capítulo III – DA LEI DO TRABALHO

Necessidade do trabalho

679. Achar-se-á isento da lei do trabalho o homem que possua bens suficientes para lhe assegurarem a existência?

“Do trabalho material, talvez; não, porém, da obrigação de tornar-se útil, conforme aos meios de que disponha, nem de aperfeiçoar a sua inteligência ou a dos outros, o que também é trabalho. Aquele a quem Deus facultou a posse de bens suficientes a lhe garantirem a existência não está, é certo, constrangido a alimentar-se com o suor do seu rosto, mas tanto maior lhe é a obrigação de ser útil aos seus semelhantes, quanto mais ocasiões de praticar o bem lhe proporciona o adiantamento que lhe foi feito.”

680. Não há homens que se encontram impossibilitados de trabalhar no que quer que seja e cuja existência é, portanto, inútil?

“Deus é justo e, pois, só condena aquele que voluntariamente tornou inútil a sua existência, porquanto esse vive a expensas do trabalho dos outros. Ele quer que cada um seja útil, de acordo com as suas faculdades.” (vide questão 643)

681. A lei da Natureza impõe aos filhos a obrigação de trabalharem para seus pais?

“Certamente, do mesmo modo que os pais têm que trabalhar para seus filhos. Foi por isso que Deus fez do amor filial e do amor paterno um sentimento natural. Foi para que, por essa afeição recíproca, os membros de uma família se sentissem impelidos a ajudarem-se mutuamente, o que, aliás, com muita freqüência se esquece na vossa sociedade atual.” (vide questão 205)

 

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Carnaval 2018

Reflexão de Carnaval:

Na palestra “Parasitose Espiritual“, Anete Guimarães nos informa que
uma pesquisa realizada entre foliões gerou um ranking das intenções
de quem vai para um baile de Carnaval:

1-Sexo (encontrar um / uma parceira (o))
2 – Alcoólicos / Drogas
3 – ….
4 – ….
….
15 – Brincar Carnaval!

Isso mesmo: Brincar Carnaval ficou em 15!!
Dessa forma, seria correto culpar a festa “Carnaval” pelas nossas aberrações?

Um pouco de história:

20070215Carnaval_passadoO “Carnis valles” (latim, prazeres da carne) tem origem na Grécia em 600 a.C., mas surge com intensidade a partir da implantação da Semana Santa no século XI, antecedendo os quarenta dias de jejum da Quaresma.

O primeiro dia da Quaresma é a Quarta-feira de Cinzas.

É assim um momento de contraste em relação as privações de carne do jejum da Quaresma, sendo a Terça-feira de Carnaval também conhecida como Mardi Gras (do francês, seria a Terça-Feira Gorda. Isto justifica, creio eu, o Rei Momo.).

alegriaPensemos então:
– Se Natal é uma festa e nós a santificamos com paz e alegrias …


– Se Ano Novo é uma festa e nós a santificamos com paz e alegrias …


– Se Páscoa é uma festa e nós conseguimos santificá-la com paz e alegrias …


– Se aniversários são festas e nós as santificamos em nossas casas com paz e alegrias …

Crianças… o que nos vem faltando então para santificarmos com paz e alegrias a festa pela experiência na escola da carne?

Não é o Carnaval que traz sombra ou luz para nossos dias, mas sim o que fazemos dele em nossa mente e em nosso coração!

Bom Carnaval,
com paz e alegrias,
com toda luz que já somos capazes de fazer brilhar,
onde a gente estiver!

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CVV no Carnaval !!

Ligue 188 (ou 141 em algumas localidades) e obtenha apoio emocional!

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Carnaval – Divaldo Franco

A palavra Carnaval, segundo alguns linguistas, é composta da primeira sílaba de velho provérbio latino: Carne nada vale (carnis levale), também interpretado comofesta do adeus à carne”.

Equivale dizer que se deve aproveitar a vivência carnal para desfrutar-se até a exaustão os prazeres sensuais proporcionados pelos festejos.

A sua origem perde-se na poeira dos tempos, inicialmente entre os egípcios, em festa de homenagem a Ísis, mais tarde entre os judeus, os gregos, os romanos (as saturnais) até quando a Igreja o aceitou… Posteriormente, passou a ter aspectos mais amplos e Paris encarregou-se de divulgá-lo ao mundo. Na atualidade, o Brasil é o grande campeão do Carnaval, e, segundo o Guinness Book, o do Rio de Janeiro é o maior do planeta, com dois milhões e duzentos mil foliões, seguido pelo de Salvador, Recife, Olinda…

É a grande bacanal em que tudo é válido, desde que proporcione prazer.

À medida que os valores éticos foram perdendo a força do equilíbrio e da razão, tornou-se a grandiosa exposição de erotismo e de vulgaridade, a prejuízo da sensatez e da dignidade.
Realmente, não é o Carnaval o responsável pelos descalabros a que grande parte da sociedade se permite, mas, sim, a oportunidade para desvelar-se, cada qual, da persona que lhe oculta o ser profundo.

Objetivando ser uma catarse a muitos conflitos, momento de liberar-se da melancolia, de distrair-se, de sorrir e bailar, quase numa peculiar maneira de terapia do júbilo, os instintos primários assumiram o comando do indivíduo, fazendo-o liberar-se das paixões inferiores, por intermédio do exibicionismo e do total abuso sexual. Ao mesmo tempo, a fim de contrabalançar os limites orgânicos, as libações alcoólicas, as drogas de estímulo com graves consequências, os relacionamentos apaixonados e perigosos, a violência que se faz liberada pelos transtornos da personalidade.

Considerando-se a falsa finalidade do Carnaval, a festa em si mesma proporciona alegria, liberação de pequenos traumas, diverte, desde que vivenciada com equilíbrio e moderação. Transformada, porém, em elemento de sensualidade e de exorbitância do prazer, produz mais danos que satisfações, porquanto, logo passa, mas os hábitos e licenças morais permanecem, transformando a existência em um carnaval sem sentido, mais animalizando os seus adeptos.

Nessa efusão de promiscuidade a que muitos se permitem, o contágio de enfermidade infectocontagiosas, de transtornos emocionais e sonhos que se tornam pesadelos são os frutos amargos da grande ilusão.

Se desejas alegrar-te e participar dos desfiles alegóricos, ricos de beleza e de nudez erótica, procura manter o equilíbrio, lembrando-te, porém, de que és imortal.

Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 23-02-2017

FONTE: site Mensagem Espírita
http://www.mensagemespirita.com.br/divaldo-franco/ad/divaldo-envia-importante-alerta-sobre-o-carnaval

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Pensamento de Chico Xavier #2

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Nota do autor do blog: os gregos tinham vários nomes para o Amor.
Eros, Ágape, Phília, etc. Modernamente, devíamos trabalhar esse conceito para situar melhor de qual Amor tratamos. Amor Caridade, que se compõe do Amor Benevolência (querer bem a todos), Amor Indulgência (que ‘adoça’ todo erro alheio), Amor Perdão (que não é só desculpar, mas reconstruir o Amor Fraterno).
Amor Tolerância, Amor Respeito, Amor Consideração, Amor Interesse, Amor Acolhimento.

Fora do Amor não há salvação …

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Código Penal da Vida Futura: 28o./32 pontos

CIO Céu e o Inferno (CI – 1865)

PARTE PRIMEIRA – DOUTRINA
As
Penas Futuras Segundo o Espiritismo

CÓDIGO PENAL DA VIDA FUTURA

O Espiritismo não vem, pois, com sua autoridade privada, formular um código de fantasia; a sua lei, no que respeita ao futuro da alma, deduzida das observações do fato, pode resumir-se nos seguintes pontos:

28º A situação do Espírito, no mundo espiritual, não é outra senão a por si mesmo preparada na vida corpórea.
Mais tarde, outra encarnação se lhe faculta para novas provas de expiação e reparação, com maior ou menor proveito, dependentes do seu livre-arbítrio; e se ele não se corrige, terá sempre uma missão a recomeçar, sempre e sempre mais acerba, de sorte que pode dizer-se que aquele que muito sofre na Terra, muito tinha a expiar; e os que gozam uma felicidade aparente, em que pesem aos seus vícios e inutilidades, pagá-la-ão mui caro em ulterior existência.
Nesse sentido foi que Jesus disse: — “Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados”. (O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. V.)

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JANEIRO BRANCO

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